Filme: Versões de um Crime

Hello! Como vocês estão nessa tarde maravilhosa de domingo? Eu espero que esteja tudo bem, espero que o dia de vocês tenha sido muito produtivo e cheio de surpresas boas!!!

Não sei vocês, mas eu sou VICIADA em Netflix! ♥ Eu gosto muito de encontrar por lá trama de tribunais, quebra-cabeça bem montado do início ao fim e uma história cheia de indas e vindas. Se você também gosta de filmes com esses ingredientes, vai se identificar muito com a dica de filme de hoje: VERSÕES DE UM CRIME.

O filme se passa quase que inteiramente dentro do tribunal. O advogado da família é chamado para defender o jovem acusado de matar o pai. A história é contada a partir dos depoimentos das testemunhas chamadas para depor no tribunal. Ao público, que é colocado no lugar do júri, só são mostrados flashbacks dos acontecimentos que supostamente levaram o adolescente a cometer parricídio.

Como se fôssemos jurados somos obrigados a nos posicionar seja do lado do acusado, seja do lado da vítima, seja do lado da mãe.

Para os advogados de plantão, se imagine defendendo um cliente que se recusa a falar com você? Parece impossível, mas mesmo com a dificuldade de montar a defesa sem que o cliente falasse, sem saber o que o cliente estava tentando fazer, o advogado conseguiu estruturar argumentos e traçar uma estratégia de defesa.

Vi comentários de pessoas que adivinharam quem era o assassino desde o começo. Confesso que não foi assim comigo. No final do filme eu estava boquiaberta com a descoberta. Achei imprevisível!

Se tenho críticas ao filme? Tenho sim. Acredito que menosprezaram o papel da advogada assistente, ela poderia e deveria ter sido bem mais explorada dentro da trama, contribuindo com argumento e com as investigações.

Espero que tenham gostado da resenha e que eu não tenha dado muitos spoilers hahaha Ah, deixem sua indicação de filmes nos comentários!

 Beijos, beijos 

Filme: Quarto de Guerra

Hello! Como vocês estão nessa tarde maravilhosa de domingo? Eu espero que esteja tudo bem, espero que o dia de vocês tenha sido muito produtivo e cheio de surpresas boas!!!

Não sei vocês, mas eu sou VICIADA em Netflix! ♥ Adoro quando encontro por lá filmes que me ajudam a ser uma pessoa melhor, que me incentivam a ser mais paciente, perseverante, espiritualizada e a ter mais consistência.Se você também gosta disso, vai se identificar muito com a dica de filme de hoje: QUARTO DE GUERRA.

Elizabeth, uma jovem corretora, e Tony, um representante comercial da industria farmacêutica, formam um casal que tem uma filha pequena e estão em crise de relacionamento. A filha sofre com a situação de seus pais, se sente sozinha e pouco amada, pois várias vezes é deixada de lado.

Na nossa sociedade, é muito comum encontrarmos casos assim: famílias sem tempo, rotinas estressantes, pais ausentes, filhos “abandonados” e muitas crises dentro do lar. É o retrato perfeito da atualidade. Falta foco no que realmente é importante e nos faz feliz.

Por sorte ou pelo destino, Elizabeth vira corretora do imóvel de uma mulher idosa. Essa senhora apresenta a Elizabeth a casa que viveu com seu marido e filhos e tudo começa a mudar quando ela lhe apresenta o poder da oração e do “quarto de guerra”. A partir deste momento, a jovem mãe decide depositar a sua fé nas preces divinas.

Uma das maiores lições:

A missão de ambos os cônjuges é amar, respeitar e orar um pelo outro. Não importa o quão difícil é o temperamento ou o comportamento de seu cônjuge, deixe que Deus mostre o caminho da mudança a ele. Nenhum ser humano neste planeta possui o poder de mudar o outro. Por mais difícil que esteja à situação do seu casamento, não há nada que você possa fazer a não ser amar e orar pelo seu cônjuge.

Considere que o erro possa estar em você. Enquanto as conversas tiverem um tom ameaçador ou de acusação pelos erros cometidos, o ambiente propício ao erro e desavenças permanecerá até que uma das partes não suporte e peça a separação. Tenha fé, confie em Deus e faça a sua parte. No tempo adequado tudo será resolvido, afinal de contas, tudo muda quando eu mudo.

Espero que tenham gostado da resenha e que eu não tenha dado muitos spoilers hahaha Ah, deixem sua indicação de filmes nos comentários!

 Beijos, beijos 

FILME: Eu não sou um homem fácil

Eu Não Sou Um Homem Fácil

Hello, advogaTas!

Não sei vocês, mas eu sou VICIADA em Netflix! ♥ E todos os meses a Netflix lança novos filmes, seriados e documentários, e, às vezes, fico sem saber o que assistir sendo que tem um lançamento super legal que não aparece na minha “home”. Então, vou trazer para vocês hoje um filme que foi lançamento na Netflix , que eu assisti e amei!

O filme que vamos tratar hoje se chama “Eu não sou um homem fácil”, o título original é: “Je ne suis pas un homme facile”, é um filme francês – com aquele humor francês típico! – e foi lançado no Netflix em 13 de abril de 2018.

Sinopse: O machista Damien (Vincent Elbaz) acorda em um mundo onde as mulheres e os homens têm seus papéis invertidos na sociedade, e tudo é dominado por mulheres. Ele entra em conflito com La Coach (Moon Dailly), uma poderosa escritora.

Embora pareça uma clássica comédia machista, a trama não demora para revelar seu verdadeiro objetivo. É exatamente o oposto do que pensávamos. O filme não apenas vai contra todos os princípios machistas, como também usa a comédia para distorcê-los. O filme não é para menosprezar os homens, mas para dizer que nem um homem nem uma mulher deve passar por discriminação.

Em algum momento você vai perceber que quando os papeis se invertem o feminismo não quer que as mulheres dominem, porque no momento que elas passam a dominar você sente dó do homem! As feministas não querem opressão, elas querem igualdade.

Justamente ao inverter esses papéis que o filme tem seu grande acerto. É ao cometer mais um desses atos de babaca ao assobiar para duas meninas com metade de sua idade que Damien sofre um acidente e bate a cabeça. Ele acorda, então, em outro universo. Um no qual – ele descobrirá depois de muitas situações que se alternam entre forçadas e perfeitamente pertinentes – quem manda na porra toda são as mulheres e onde ele descobre que ser alvo (ou objeto) de cantadas baratas é apenas a ponta do iceberg de merda que é (ou deve ser) ser mulher numa sociedade machista, misógina e objetificadora da figura feminina.

O Filme é genial! Seja você HOMEM OU MULHER, ASSISTA!

O final é pra mostrar que a intenção do filme o tempo todo é que em ambas as situações, o comportamento de um sexo dominante é ridículo. A ideia do filme é ridicularizar o comportamento do homem na sociedade atual, mas eles não querem que você entenda errado. Ele quer que você tenha empatia pelas pessoas independente do sexo delas, identificar que a melhor forma de mudar é respeitando e tendo igualdade na sociedade.

Ter empatia, ter respeito, se colocar no lugar do outro… por incrível que pareça, o filme retrata sobre isso! Aparentemente, o filme mostra algo ridículo – um homem em um universo paralelo dominado por mulheres –  mas aos poucos você vai entender que até nas mínimas coisa que no nosso cotidiano nós encaramos como algo normal, algo rotineiro e que deve ser executado por mulheres mostra apenas que nós não reparamos desempenhamos papeis fúteis, frágeis, ridículos e que, no final das contas,  a sociedade é machista. Independente de ser na França, no Brasil ou no lugar que você estiver, existe machismo!

Espero que tenham gostado da resenha e que eu não tenha dado muitos spoilers hahaha Ah, deixem sua indicação de filmes nos comentários!

 Beijos, beijos 

 

Série: The Good Wife

Hello, advogaTas!!

THE GOOD WIFE

Se você está com vontade de começar uma série com personagens femininas fortes e com grande destaque para área jurídica eu PRECISO te indicar THE GOOD WIFE.

Vocês sabem que eu compartilho aqui no blog apenas as séries que eu acompanho, né? Acho legal assim, pois posso falar para vocês o que estou achando e se estou gostando. E procurando por “Séries” você pode conferir todas as séries já faladas aqui no blog. E tem muita, viu? haha

Em The Good Wife a atriz  Julianna Margulies está como Alicia Florrick, a protagonista, uma advogada e esposa de um ex-político que está preso após um grande escândalo envolvendo corrupção e sexo. Para manter sua família, ela volta a advogar.

Durante a trama,  trabalha-se os problemas enfrentados pela mulher que no trabalho, no amor, e mesmo nas amizades, recebe rasteiras impiedosas da vida quando menos se esperava.

Recomeçar de novo, do zero, tornou-se o mote de sua vida da protagonista. Situações que pareciam reforçar um determinismo que a levava sempre de volta àquele homem tão poderoso quanto inadequado para sobreviver, o inescrupuloso homem público e poderoso.

O que mais me chamou a atenção na série é o fato de que a sra. Florrick aceita sua sina, mas não como vítima das circunstâncias. Antes, ela vai aos poucos se transformando numa mulher forte, segura, que sabe transformar o que todos apontam como suas fraquezas em plataforma para suas ambições.

Em relação ao homens, a série retrata sujeitos complexos e controversos, com quem a identificação e empatia do público não se dá de forma simples, e cujas ações muitas vezes flertam com o indefensável.

Além disso, a série não trata a protagonista como uma mulher perfeita: Santa Alícia é falha, humana. Toma decisões controversas, erra. Assumir isso para o mundo é muito difícil e ao mesmo tempo necessário, tendo em vista que a sociedade espera que a mulher seja mãe perfeita, tenha um corpo perfeito, vista-se perfeitamente, trabalhe de forma perfeita, seja uma dona de casa perfeita e tudo mais…

Trailer:

Essa é uma introdução bem básica, não revela praticamente nada sobre a série em si e, mesmo assim, já dá muita vontade de assistir, né?? Então, é por isso que eu recomendo que vocês comecem a assistir já! É muito legal, sério.

BEIJOS, BEIJOS ❤