Aproveite as surpresas da vida

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Tenho me colocado em situações que me tornam vulneráveis. Não sei exatamente, mas acho que isso tem um pouco a ver com sair da minha zona de conforto. Ou tem tudo a ver. Eu ainda não sei.

Mas sei que decidi me arriscar mais. Quer sair? Quero. Quer conhecer um bar novo? Quero. Quer ver as coisas numa nova perspectiva? Quero. Ouvir uma banda que nunca ouviu? Quero. Conversar com um grupo diferente? Quero. Se desafiar no seu emprego? Quero.

Na verdade, a maioria das vezes eu nem quero tanto assim, mas eu me disponho a fazer. Porque pode dar errado, sabia? Sabia. Mas pode dar certo também, sabia? Sabia.

E viver é isso aí mesmo. Não temos controle sobre tudo. Não temos conhecimento sobre tudo. Estamos fadados ao incerto, aos acasos e as surpresas da vida. Todo dia tem algo diferente, por mais que você insista em enxergar tudo igual.

Acho que a crise dos 27 anos me pegou. Estou analisando o que achei que seria essa fase, como eu estaria e como me comportaria. Muita coisa – ou quase tudo – está bem diferente.

Quando era criança, imaginava que a vida adulta seria repleta de liberdade para fazer minhas escolha. Sim, eu sou livre. Mas eu também sou responsável por cada ato meu. O que torna a minha liberdade beeem limitada.

Me imaginava saindo com minhas amigas, fazendo viagens, tendo um namorado, uma casa, um emprego e um carro. Mal sabia que o dinheiro limita – e muito – meu poder de escolha. Eu posso ir e vir, mas tenho que pagar. Para pagar eu tenho que trabalhar. Para trabalhar eu tenho que me especializar, para me especializar eu tenho que investir… Aaaaah, quem me dera que tudo fosse simples.

Mas eu quero agradecer. Por mais que haja percalços, eu tenho saúde, sou corajosa, independente, consciente dos meus privilégios e limitações, tenho pessoas queridas ao meu lado e estou disposta a crescer.

E assim vida vai seguindo, fluindo…

Aperte o passo ou diminua o ritmo? Eis a questão

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Cada pessoa caminha em uma velocidade. Ainda que estas pessoas tenham a mesma altura, pernas do mesmo tamanho, treinamento físico equivalente… cada pessoa tem a sua velocidade para caminhar.  Por isso, se você vai caminhar naturalmente, não tente se comparar com o tempo que o outro caminha.

As nossas experiências, o tanto que já nos movemos nessa vida, nosso desgaste e os diferentes tipos de musculatura influenciam diretamente no quanto podemos suportar altos e baixos.

Está fazendo sentido para você? Então, vamos lá! Vamos colocar coisas do coração – que a gente não sabe dar nome direito –  no meio desse texto!

Para que duas pessoas caminhem no mesmo ritmo, existe alguém diminuindo o ritmo ou apertando o passo. Dificilmente sabemos quem é quem.

Todas as noites, antes de dormir, ela estava arrumando a cama, o quarto, apagando a luz – não me lembro ao certo quando esse hábito começou, mas era sempre ela a responsável por esses afazeres – e enquanto tentava se ajeitar na cama – aquele espaço que só os donos são capazes de reconhecer e acertar o movimento – nesse momento, ele já havia dormido. Isso era irritante.

Ela gostaria que ele a esperasse. E então, todos os dias, silenciosamente, ela se perguntava se aquilo era um sinal de que no fundo, ele queria mesmo era não tê-la por ali.

 

Inspire-se: Poses para fotos de casal

Hello, advogaTas!

Esse post é para você que tem um amor ou que pretende encontrar um amor!!! ❤ Estou no segundo grupo, e vocês? hahaha

Ah, se você quiser saber mais sobre romance, clique AQUI!

Por mais que ainda não seja possível ganhar flores, chocolates e ursinhos – ainda – trouxe imagens para que já entremos no clima romântico. Espero que vocês gostem ❤

Amor nunca é demais.

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Maturidade para amar não cai do céu

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A felicidade só é possível quando nos dispusermos ao preparo dela. Toda colheita é fruto de um antes que nos custou muito. Quando descobrimos o valor do antes, passamos a valorizar ainda mais o momento presente.

Quanto tempo levamos para construirmos nossas coisas (materiais ou não)? Quanto precisamos caminhar para desfrutarmos o benefício da maturidade?

Descobri que a maturidade é o meu conforto existencial, isso é:  perceber que apesar de enfrentar conflitos, eu desfruto, no fim, de um equilíbrio interior. A imaturidade nos faz egoísta, dificultamos a nossa realização, por não sabermos compartilhar quem somos e o que temos. O imaturo não compreende o movimento do tempo, as mudanças que a vida traz.

O imaturo só quer a parte boa da história, não quer o desconforto inerente a mudança. Sendo assim, acaba se privando do todo. Nós sofremos muito quando nos impomos restrições.

Quando somos maduros, somos livres para buscamos as imposições e restrições que nos educam. Diminuir o doce, o álcool, as noites mal dormidas, o cigarro, os comportamentos viciosos… Isso educa a nossa vontade.

O imaturo vive o vício de maneira inconsequente e acaba machucando as pessoas que vivem ao lado. A imaturidade nos priva de amar!

Quando somos imaturos não somos capazes de amar o outro, pois somos ciumentos e assim afugentamos. Ninguém suporta um amor que prende. Quando eu sou imatura as minhas carências prevalecem. Daí eu exijo tudo de acordo com minha vontade, eu não admito perder e nem ser contrariada.

Isso não é amar.

Amor é gratuidade, sem cobranças, é reciprocidade! A medida em que vamos amadurecendo, vamos alcançando essa maturidade interior porque é a partir dela que a gente faz a auto crítica. Só o realmente livre é capaz de olhar para si mesmo e perceber seus equívocos, seus erros..

Quando eu olho de frente para o que me amedronta, eu cresço!

O que quero dizer com isso tudo é: viva cada ano da sua vida e seja sempre um aprendiz. Aproveite a idade que possui agora e saiba que para tudo há a hora certa. Quanto à maturidade, ela é o resultado do aprendizado de cada dia, um após o outro. Então, não precisa ter pressa.