Posso adquirir a propriedade por usucapião?

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Muitas pessoas possuem imóveis sem registro. Se eu pudesse resumir o porquê de regularizar o seu imóvel em uma frase, diria que: “sem a construção averbada em matrícula o seu imóvel será desvalorizado”. Digo isso, pois um imóvel não regularizado no cartório de registro de imóveis é considerado clandestino e pode sofrer ação da fiscalização a qualquer momento.

Visando regularizar a situação do imóvel e a garantia da função social da propriedade, a Usucapião aparece como um modo originário de aquisição da propriedade que se dá pela posse prolongada do bem, de acordo com alguns requisitos legais.

Dessa forma, a usucapião surge em decorrência da utilização do bem por determinado tempo, contínuo e incontestadamente. Assim, é possível usucapir um imóvel quando houver a garantia da estabilidade da propriedade pela posse com intenção de dono (animus domini), posse mansa e pacífica, posse contínua e duradoura e posse de boa fé e com justo título.

Poderá ser usucapido o terreno sem demarcação e sem matrícula no registro de imóveis, assim como pode ser usucapido um apartamento ou casa devidamente regularizada e registrada.

Contudo, para transformar a posse em propriedade é necessário o cumprimento de alguns requisitos que irão depender do tipo da Usucapião. Além disso, vale lembrar que área pública não pode ser objeto de usucapião.

Para maiores informações sobre usucapião, ou outras dúvidas, entre em contato conosco: fiamavsa@yahoo.com.br

INSTAGRAM: @PAPO_DE_ADVOGADA

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Conselhos para dias estressantes

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Hello, advogadas!

Não é todo dia que nós acordamos com aquele auto astral , com aquela disposição e motivação, não é mesmo? E quer saber, ESTÁ TUDO BEM! É super normal não ter só dias bons.

O que não pode acontecer é você mergulhar nesse oceano de coisas ruins e se afogar. Você deve observar a frequência com que isso vem ocorrendo, tanto o stress, como a ansiedade, e, se for o caso, procurar a ajuda de um psicólogo ou outro profissional da área.

Para os meus dias estressantes costumo aplicar essa rotina que compartilharei com vocês nos próximos tópicos:

1- preparo um café quentinho e – me dou ao luxo – de tomá-lo na cama assistindo alguma série ou meditação no youtube.

2 – procuro tomar um banho relaxante e demorado. Vale usar óleos, essências, sais de banho e cremes.

3 – Ligo para minhas amigas, envio mensagens, escrevo textos… gosto de encontrar alguma forma de desabafar.

4 – Montei uma playlist que se chama rivotril para levantar meu astral nesses dias. Ouço mil vezes as mesmas músicas e amo!

5 – Se nada disso tiver funcionado, saio para fazer uma caminhada, passear com meu dog e ver lugares novos!

Bom, essas são as minhas dicas! E você? Como supera os dias estressantes ?

Como comecei a advogar?

Meu nome é Fiama, tenho 25 anos, sou advogada, bacharel em Direito pela Universidade Federal de Ouro Preto e vai ser um prazer conversar com vocês e contar um pouquinho da minha história!

Eu tive a sorte de pertencer ao pequeno grupo de pessoas que sabe, desde o ensino médio,  qual curso quer fazer. Eu sempre amei o Direito e a oportunidade que ele traz de melhorarmos a vida das pessoas através da resolução dos conflitos. Meu sonho era cursar Direito e eu batalhei muito para que esse sonho se realizasse.

A UFOP sempre foi minha primeira opção, me dediquei muito e graças a Deus tive o privilegio de estudar durante cinco anos em uma das melhores faculdades, com professores excepcionais. Participei de grupos de pesquisa, projeto de extensão, dei monitoria, escrevi artigos, enfim, soube desfrutar o que a universidade tinha a me oferecer.

Atualmente, atuo no Escritório Basílio, junto com a Dra Vanda. Minha história com este escritório começou quando eu ainda cursava o quinto período do curso de Direito, quando tive a oportunidade de estagiar aqui. O escritório abriu as portas para mim, eu aprendi muito com a  Vanda, e não aprendi apenas lições da advocacia, aprendi lições que levarei para toda vida.

Depois, estagiei na Delegacia de Policia aqui da cidade, lugar em que fiz vários amigos, quebrei vários preconceitos, vivenciei cenas e casos que me fizeram amadurecer e enxergar o mundo de outra forma.

Além disso, durante a faculdade, além de escrever alguns artigos, eu mantive um blog onde eu escrevia sobre carreira, cotidiano, compartilhava dicas jurídicas. Meu amor pela leitura e pela escrita não ficou de lado mesmo com as provas e trabalhos.

Até então, eu não tinha nenhuma intenção de advogar, mas de fazer um mestrado e continuar escrevendo. Daí eu tentei a prova do exame de ordem, passei e logo após, me formei.

Ao entregar meu convite de formatura aqui no escritório, recebi o convite da Vanda para começar a advogar aqui. Foi uma honra para mim, saber que eu atuaria como advogada no escritório em que estagiei.

Aqui, nós atuamos na área cível, mais especificamente em questões de direito imobiliário. O escritório é especialista em usucapião, tanto o judiciário quanto o extrajudicial.

A rotina da advocacia me proporciona inúmeros aprendizados e hoje eu posso dizer que uma da melhores escolha que eu fiz foi ter dado uma chance para advocacia.

A oportunidade que tive de publicar artigos no jornal foi muito gratificante: eu consigo mostrar para as pessoas que o Direito não é algo feito para juízes, promotores e advogados, eu coloco uma linguagem coloquial nos meus textos o que torna o “juridiques” acessível e aplicável ao cotidiano.

Eu sou apaixonada pela vida e por conhecer pessoas, eu amo o que eu faço, acho que é vocação, eu sempre sonhei em ajudar as pessoas e hoje eu consigo conciliar isso com o meu trabalho. Publicar os artigos no jornal o espeto tem me possibilitado isso.

FILME: Eu não sou um homem fácil

Eu Não Sou Um Homem Fácil

Hello, advogaTas!

Não sei vocês, mas eu sou VICIADA em Netflix! ♥ E todos os meses a Netflix lança novos filmes, seriados e documentários, e, às vezes, fico sem saber o que assistir sendo que tem um lançamento super legal que não aparece na minha “home”. Então, vou trazer para vocês hoje um filme que foi lançamento na Netflix , que eu assisti e amei!

O filme que vamos tratar hoje se chama “Eu não sou um homem fácil”, o título original é: “Je ne suis pas un homme facile”, é um filme francês – com aquele humor francês típico! – e foi lançado no Netflix em 13 de abril de 2018.

Sinopse: O machista Damien (Vincent Elbaz) acorda em um mundo onde as mulheres e os homens têm seus papéis invertidos na sociedade, e tudo é dominado por mulheres. Ele entra em conflito com La Coach (Moon Dailly), uma poderosa escritora.

Embora pareça uma clássica comédia machista, a trama não demora para revelar seu verdadeiro objetivo. É exatamente o oposto do que pensávamos. O filme não apenas vai contra todos os princípios machistas, como também usa a comédia para distorcê-los. O filme não é para menosprezar os homens, mas para dizer que nem um homem nem uma mulher deve passar por discriminação.

Em algum momento você vai perceber que quando os papeis se invertem o feminismo não quer que as mulheres dominem, porque no momento que elas passam a dominar você sente dó do homem! As feministas não querem opressão, elas querem igualdade.

Justamente ao inverter esses papéis que o filme tem seu grande acerto. É ao cometer mais um desses atos de babaca ao assobiar para duas meninas com metade de sua idade que Damien sofre um acidente e bate a cabeça. Ele acorda, então, em outro universo. Um no qual – ele descobrirá depois de muitas situações que se alternam entre forçadas e perfeitamente pertinentes – quem manda na porra toda são as mulheres e onde ele descobre que ser alvo (ou objeto) de cantadas baratas é apenas a ponta do iceberg de merda que é (ou deve ser) ser mulher numa sociedade machista, misógina e objetificadora da figura feminina.

O Filme é genial! Seja você HOMEM OU MULHER, ASSISTA!

O final é pra mostrar que a intenção do filme o tempo todo é que em ambas as situações, o comportamento de um sexo dominante é ridículo. A ideia do filme é ridicularizar o comportamento do homem na sociedade atual, mas eles não querem que você entenda errado. Ele quer que você tenha empatia pelas pessoas independente do sexo delas, identificar que a melhor forma de mudar é respeitando e tendo igualdade na sociedade.

Ter empatia, ter respeito, se colocar no lugar do outro… por incrível que pareça, o filme retrata sobre isso! Aparentemente, o filme mostra algo ridículo – um homem em um universo paralelo dominado por mulheres –  mas aos poucos você vai entender que até nas mínimas coisa que no nosso cotidiano nós encaramos como algo normal, algo rotineiro e que deve ser executado por mulheres mostra apenas que nós não reparamos desempenhamos papeis fúteis, frágeis, ridículos e que, no final das contas,  a sociedade é machista. Independente de ser na França, no Brasil ou no lugar que você estiver, existe machismo!

Espero que tenham gostado da resenha e que eu não tenha dado muitos spoilers hahaha Ah, deixem sua indicação de filmes nos comentários!

 Beijos, beijos