Resenha: Cem anos de solidão

Hello, people!

As pessoas mais fascinantes que eu conheço leem, e leem muito. São aquelas que têm um bom papo, se enturmam em qualquer roda, conversam sobre tudo, têm conteúdo e sempre algo interessante a acrescentar. Então, garota, LEIA!

Ganhei esse livro no meu aniversário, foi um amigo – com muito bom gosto literário – quem me deu. Depois de dois meses de leitura, siiiiiiim, demorei muuuuito, terminei e resolvi resenha-lo para vocês…

“Cem anos de solidão” – um clássico da literatura mundial – foi o primeiro livro do Gabriel Garcia Marquez –  GABO – que eu li (já comecei pelo que ganhou o Nobel de literatura em 1982)! Achei a leitura um pouco pesada, por isso demorei tanto para terminar, mas amei. Afinal, ler enobrece a alma e faz bem ao coração ♡

O livro começa narrando a história da Família Buendía, mais especificamente de Úrsula e José Arcádio Buendía, que, além de casados, são também primos, e seus dois filhos, José Arcádio e Aureliano. Após se casarem, Úrsula e José Arcádio Buendía são “obrigados” a se mudarem do povoado onde moravam por alguns acontecimentos. Assim, eles abrem caminho pelas florestas e, ao longo do caminho, algumas família se juntam a eles.

Depois de quase dois anos andando no sentido do Rio, os Buendía encontraram um lugar perfeito. Próximo a um rio azul com pedras brancas, José Arcadio e sua trupe fundam Macondo, uma comunidade com 20 casinhas pintadas de branco.

Porém, Macondo logo passa a receber a visita de um grupo de ciganos, que trazem as novidades do mundo moderno (lupas, lunetas, objetos de ourivesaria, bugigangas, etc). Entre estes ciganos há Melquíades, um cigano muito sábio que entra na vida dos Buendía e desperta em José Arcádio Buendía a sede pelo conhecimento, fazendo começar a pesquisar os aspectos mais simples na química, física, alquimia e na ciência. É a partir da chegada destes ciganos, que o leitor é levado a acompanhar os próximos cem anos desta família.

Seria impossível falar de Gabriel García Márquez e não citar sua escrita, de mesmo modo que é quase redundante. Nunca li nada parecido, sua escrita é completamente ímpar, seu jeito de narrar os acontecimentos é rústica e áspera, porém direta e bastante profunda em relação aos sentimentos

O modo como me envolvi com a história e os personagens foi bem diferente do que eu eu imaginei. Petra Cotes ganhou todo o meu respeito, uma mulher forte e batalhadora que vamos acompanhar por muito tempo no livro, ela é realmente admirável e a cada página tornava-se mais – ainda que ela seja colocada, inicialmente, apenas como uma amante.

Me conte nos comentários qual resenha de livro você deseja ver por aqui!

Beijos, beijos

2 comentários sobre “Resenha: Cem anos de solidão

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