Calma, tudo passa

caaaalma
Calma, respira, conte até três… 1, 2, 3. Viu, amenizou né? Não?! Sim, isso é raiva, minha cara, e não, não vai passar com uma simples sequência de números. Vemo-nos tão acostumados com nossa rotina que qualquer fato que foge desse círculo vicioso se transforma em algo maior que o real. Perdemos a compostura com tudo que não é considerado aceitável dentro dos nossos padrões de coerência. É fato que a cada segundo recebemos informações vindas de todo e qualquer lugar, mas a forma como processamos esses dados é o que de fato interessa.
Em um mundo onde os ideais são diversos e discordantes, sempre haverá choque de ideias, por isso desde pequenos somos condicionamos e direcionamos para duas palavrinhas mágicas que têm um poder absurdamente honroso, educação e respeito. Vivemos em uma sociedade, assim para haver uma convivência harmoniosa é preciso saber o momento certo de ouvir. Nesse contexto que entra a educação. Diferenciar essas concepções divergentes faz parte desse contato indispensável que temos com outros seres humanos, que assim como nós, tem seus objetivos, suas crenças, religião e costumes. Ter a cortesia de entender o outro é essencial. Porém, entender não significa concordar. Ninguém é obrigado a tomar partido dos pensamentos e opiniões alheios.
Ter sua própria personalidade e dignidade te faz um ser diferenciado, mas tendo sempre em mente que a educação é diretamente ligada ao respeito, são retas perpendiculares que tendem ao infinito, ou seja, andam juntas por um mesmo caminho, que neste caso, seria nossa vida. Sempre estaremos entrelaçados nessas palavras e se quisermos ser apreciados perante os outros, temos que saber que respeito impõe respeito, é uma via de mão dupla, você dá e recebe de volta. Seja pai, mãe, vizinho, amigo, namorado… Quando se tem cordialidade, o apreço é instantâneo. Fechar os olhos e ter em quem confiar é sem duvida um dos sentimentos mais prazerosos da vida. O efeito dominó que o desrespeito e a arrogância trazem é desastroso.
Olhar para os lados e saber que não fazem questão da sua presença, que te acham detestável provavelmente é um desprazer, uma aflição que deve tomar conta da alma e sugar qualquer resquício de bondade. Sentimentos ruins, só geram frutos negativos. Quando se sentir atingido, lembre-se dos seus valores, certas coisas não merecem atenção, muito menos o desgosto de uma discussão. Somo capazes de relevar por um bem maior, nosso bem estar. Óbvio que precisamos defender nossos princípios, mas por algo que valha a pena. Estressar por pouco é futilidade, e a vida vai nos trazes tantas pontes quebradiças que teremos que atravessar, e como temos que sempre seguir adiante, melhor fazer essa travessia com orgulho e bom senso.
Mariana Miquelanti

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